Metaleitura para Concursos: Como Zerar o Edital na Metade do Tempo
Você olha para a pilha de apostilas e o desespero bate. O edital saiu, a data da prova se aproxima e você mal passou da Introdução ao Direito Constitucional.
O problema não é sua inteligência, é seu método. Ler como uma tartaruga em um mundo de lebres vai te custar a vaga.
A maioria dos concurseiros usa a “leitura passiva”. Eles leem, grifam tudo (pintam o livro todo de amarelo) e rezam para lembrar. Isso é amadorismo.
O Metaleitura não é mágica, é tática de guerra. Ele ensina seu olho a capturar blocos de palavras, eliminando a “voz mental” que repete sílaba por sílaba.
Para quem estuda Leis Secas ou Jurisprudência, a velocidade é crucial. Mas a velocidade sem retenção é lixo. É aqui que o método do Renato Alves se diferencia dos cursos de “leitura dinâmica” dos anos 90.
Ele foca na memória de longo prazo. Você lê rápido, mas seu cérebro processa e arquiva.
Se você quer aprofundar em como aplicar isso especificamente para provas, veja nossa análise sobre leitura dinâmica focada em concursos.
